Levantamento sobre as pesquisas eleitorais realizadas antes de todas as eleições presidenciais desde a primeira delas depois da redemocratização, em 1989, demonstram que jamais um candidato alternativo a uma situação polarizada entre dois favoritos conseguiu crescer a ponto de se tornar viável. A lição da história ensina que também desta vez, a esta altura da campanha, a chamada terceira via não tem a menor chance de ameaçar a vitória de um dos dois líderes atuais das pesquisas – Luiz Inacio Lula da Silva e Jair Bolsonaro. Quando muito, os demais candidatos podem direcionar parte de seus eleitores para um ou outro candidato e, assim, exercer alguma influência sobre uma definição em primeiro ou segundo turno.
A conclusão está nesta nota de Lauro Jardim, do Globo online:
Faltam quatro meses para as eleições. Ainda tem gente sonhando com uma terceira via, partidos continuam discutindo a possibilidade. Cada eleição tem uma história. Mas quem for olhar para a história das eleições desde 1989, tendo como base as pesquisas de intenção de votos, comprovará que nenhum candidato saiu de votações esquálidas para chegar ao segundo turno a exatamente 120 dias do primeiro turno.
Dados do Datafolha de 1989 a 2018 mostram que, desde a redemocratização, candidatos de esquerda e direita já dividiam o eleitorado em dois blocos a essa altura do campeonato, exatamente como acontece agora com o lulismo e o bolsonarismo. Nas oito disputas, nenhum azarão conseguiu se cacifar para o segundo turno depois de junho.
Em cinco ocasiões em que as votações chegaram a uma segunda etapa (1989, 2002, 2010, 2014 e 2018), somente na primeira houve chance para uma candidatura que, a quatro meses do pleito, ocupava o terceiro lugar nas pesquisas.
Em julho de 89, com primeiro turno marcado para novembro, Fernando Collor liderava o Datafolha com 38%, seguido por Leonel Brizola com 12% e os empatados Maluf (7%), Lula e Mário Covas (os dois com 6%). Mas neste caso, o segundo colocado, Brizola, tinha cerca de metade das intenções de votos que o atual vice-líder, Jair Bolsonaro, possui. Ou seja, não era uma polarização tão marcada. E Lula, que acabou indo ao segundo turno, tinha três vezes o percentual que Simone Tebet hoje apresenta — embora seja um número semelhante ao de Ciro Gomes.
Nos outros momentos da política nacional, a situação na ponta de cima da tabela só se modificou depois de junho quando as peças do tabuleiro foram trocadas.
Em 2014, Eduardo Campos (7%) estava atrás de Dilma Rousseff (34%) e Aécio Neves (19%), a quatro meses da eleição — a substituta dele, Marina Silva, ultrapassou o tucano dois meses depois e, antes de perder para ele nas urnas, empatou com Dilma em outubro nas pesquisas.
Há quatro anos, em 2018, Lula tinha a preferência de 30% dos entrevistados pelo Datafolha em junho, contra 17% de Bolsonaro, 10% de Marina Silva e 6% de Ciro Gomes. O pedetista até despontou como uma opção de voto útil contra os dois primeiros colocados (sendo que Fernando Haddad acabou indicado para o lugar de Lula), mas morreu na praia com 12% dos votos.
Fonte: Agenda do Poder

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