Há uma tendência globalista em curso. Aliás, sempre existiu essa indisfarçável pretensão de unificar o destino da humanidade nas mãos de uns poucos. Mas, essa realidade traz, em si, uma série de questões primordiais e que devem ser observadas atentamente. Vejamos alguns aspectos:
I - A ideia de um domínio mundial é real e tem um modus operandi forte e coeso. Países como o Brasil estão na mira desse grupo que age nas entranhas das instituições sociais, políticas e religiosas tão fortemente e tão disfarçadamente que somente uma mente muito treinada pode captar esse movimento secular que se agiganta agora no Século XXI.
II – O sistema de engrenagem que está por trás da política mundial – e brasileira – está em consonância com os interesses da Nova Ordem Mundial. A visão de um mundo melhor, a promessa de dias melhores tem um preço assustador e muito caro ao futuro da humanidade.
III – Observa-se uma tendência de abrir mão da soberania das diversas nações “por uma causa nobre”, “por uma causa humanitária” que compensará o preço que estamos pagando agora, perdendo aos poucos nossa identidade, nossos valores e nossos costumes.
IV – Há, no fundo e a cabo, uma dose de renúncias, a começar pelas soberanias nacionais – como dito acima. A liberdade individual, religiosa, histórica, etc...
V – Chamo a atenção para a grave lesão que está sendo causada no sistema educacional, desde as escolas primárias chegando até os campus universitários brasileiros.
Basta olhar para o que restou de nosso sistema educacional. Uma geração inteira de estudantes que estão sendo doutrinados para achar tudo isso muito normal. A pensar que estamos vivenciando uma normalidade nas coisas que nos são impostas. Não. Não é normal isso que está acontecendo!
VI – Essa utopia totalitária sequer pode ser questionada, sob pena de, quem ousar assim pensar ou agir, ser taxado de lunático, teórico da conspiração e inimigo do progresso da humanidade.
VII – Por fim, espero que possamos não ser loucos. Não estar vivendo num hospício coletivo, implacável e desumano frente a esse mundo de desinformação.
Para isso, temos que nos socorrer de pensadores como Alexandre Costa e às obras de Olavo de Carvalho, para não sermos idiotas úteis, tampouco imbecil coletivo, e ser firme e forte diante de simulacros como o Foro de São Paulo e os ventos europeus que por aqui sopram.
O Brasil não pode sucumbir ao Globalismo, a esse (des)governo mundial desenfreado que quer nos sufocar a todo custo, com táticas de adestramento das massas e subversão dos valores, fazendo desaparecer ensinamentos milenares e enraizados no sentimento de pertencimento da nação brasileira.
Creio que, junto, somos mais fortes!
Drº Ronan – Ronaldo Borges de Abreu - drronan.com.br

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