O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma, nesta terça-feira (10), o julgamento que pode levar à cassação do governador Cláudio Castro (PL) e torná-lo inelegível por oito anos. A análise, porém, vai além do futuro do mandachuva do Palácio Guanabara: o desfecho do caso terá forte impacto no desenho da base governista para as eleições de outubro.
O julgamento será retomado com o voto do ministro Antonio Carlos Ferreira. A expectativa é que ele acompanhe a relatora, Isabel Gallotti, formando um placar provisório de 2 a 0 pela condenação de Castro, na esteira das acusações de abuso de poder político e econômico no escândalo do Ceperj.
Novo pedido de vista deve atrasar ainda mais o julgamento
Contudo, para alívio do cacique fluminense, o martelo não deve ser batido definitivamente nesta terça-feira. Nos bastidores do tribunal, a aposta é que um novo pedido de vista de algum ministro suspenda novamente a discussão por até 60 dias.
O caso Ceperj trata do suposto uso de dinheiro público para o pagamento de cabos eleitorais nas eleições de 2022. Além de Castro, também são acusados pelos mesmos crimes Rodrigo Bacellar, presidente afastado da Assembleia Legislativa (Alerj), e Thiago Pampolha, ex-vice-governador e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).
São necessários quatro votos no TSE para formar maioria
Para que haja cassação — ou absolvição — é necessário formar maioria simples: quatro votos, já que o TSE é composto por sete ministros. Os próximos a votar, pela ordem, são:
- Floriano de Azevedo Marques, ligado ao ministro do STF Alexandre de Moraes;
- Estela Aranha, indicada pelo ministro do STF Flávio Dino;
- Kassio Nunes Marques, vice-presidente do TSE e também ministro do STF, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL);
- André Mendonça, também ministro do STF, indicado por Bolsonaro;
- Cármen Lúcia, presidente do TSE e também ministra do STF, indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As duas cartas na manga de Castro
Por outro lado, Castro aposta em dois movimentos para que o processo não chegue ao fim tão cedo.
A primeira é um eventual pedido de vista já nesta terça. Isso daria tempo suficiente para que o governador renuncie até o início de abril e seja candidato ao Senado. Nesse cenário, o TSE perderia o objeto da cassação do mandato — já que ele não estaria mais no cargo.
A segunda aposta envolve o comando da Corte. Caso o processo seja interrompido por um pedido de vista e devolvido dentro do prazo de 60 dias, quem deve decidir sobre a pauta já não será Cármen Lúcia, que encerra sua presidência em junho. Quem assume a cadeira é Nunes Marques, visto como mais propenso a atrasar a retomada do julgamento.
Julgamento no TSE e a eleição indireta para o governo
A saída de Castro do Palácio Guanabara — seja por renúncia ou cassação — é aguardada com atenção pela base governista. O cenário mais provável é uma eleição indireta na Alerj para definir quem assumirá o mandato-tampão até dezembro, uma vez que não há mais vice-governador.
Nesse tabuleiro, três nomes já apareceram: Douglas Ruas, secretário estadual das Cidades e pré-candidato ao governo; Nicola Miccione, secretário estadual da Casa Civil e homem de confiança de Castro; e André Ceciliano, ex-presidente da Alerj e atual secretário do governo Lula.
Fonte: temporealrj.com.br
.png)
Cavil
Reis Contabilidade
Rafael
Sabores do Líbano
Léo Lanches
Picolé
jo modas
EUDORA
CBJ
AMBIENTAL
REVITALE
WALDINEI
Beirute
SERGIO IMOVEIS
BOM GAS
POSTO CAVIL
EMPORIUM
VITAL TELEFONIA
SANTA PICANHA
TONINHO SEGUROS
JÔ DOCES
NOVA LIDER
ZERO GRAU
TAXI GILMAR
LOCAÇÃO DE BRINQUEDOS
STUDIO SABRINA SALIM
RESTAURANTE VARANDÃO
INOVAR
VANUSA MODA FEMININA
PICOLÉ + FRUTA
FAUSTO DESPACHANTE
CDC - Centro de Desenvolvimento e Capacitação
PADARIA DO TONICO
GESSO MASTER
ATON ENERGIA SOLAR
BRAGA GÁS E ÁGUA
EURODA
DESENTUPIDORA
BORRACHARIA BOM JESUS
MOTOBOY BOM JESUS
GRAVAÇÃO DE VINHETAS
JET CARIMBOS
0 Comentários